domingo, 20 de março de 2011

Nosso novo grande parceiro nos Yungas: Hotel La Finca

Un refugio de altura


Texto: Luca Spinoza

Extendido a los pies de la legendaria montaña Uchumachi, en la que los líderes de la religiosidad andina de la región de Los Yungas, aún celebran rituales ancestrales y depositan ofrendas a dioses y deidades, el complejo hotelero La Finca se despliega sobre 7 hectáreas localizadas a 1700 metros de altitud y a 7 kilómetros de Coroico, frente al nevado de La Cumbre y en medio de espectaculares panorámicas de quitar el aliento.






Con acogedores ambientes que nos hacen sentirnos como si estuviésemos en nuestra casa, este establecimiento dispone de todas las comodidades necesarias para hacer de su estadía un verdadero placer, dentro de un interesante concepto de cercanía con la naturaleza. Sus amplios jardines floridos que atraen bellas mariposas y aves silvestres que podemos observar desde las mismas ventanas de las habitaciones, se extienden por una suave ladera cubierta de césped, que nace al lado de una gran piscina cubierta, en la que podemos disfrutar de una buena zambullida aun en medio de la lluvia más torrencial.







Quien llega a Coroico buscando privacidad y tranquilidad en medio del extraordinario entorno natural de Los Yungas, no debe dejar de conocer el hotel La Finca, pues allí además de sentirse realmente a sus anchas, podrá optar por una de sus numerosas habitaciones individuales, dobles y triples, así como departamentos con capacidad para 2, 3, 4 o 5 personas. Asimismo, el establecimiento también ofrece cabañas privadas para grupos familiares, parejas o delegaciones.


Además de eso, el hotel dispone de un comedor con cocina nacional e internacional, salón de té, bar, sala de juegos, áreas para deportes, sala de lectura y billar. Igualmente, dispone de salón para eventos, seminarios y encuentros de todo tipo. Consulte también sus programas de caminatas en la selva y servicios turísticos en la región.
 

Para acceder a los atractivos de La Finca, se debe llegar a Coroico y seguir por el camino utilizado para ir a la localidad de San Pedro de la Loma.






Contacto:
Cel.: 00 591 70555343

quinta-feira, 17 de março de 2011

Lago Titicaca, Bolívia - Berço dos Incas

O Lago Titicaca, com cerca de 8300 Km² e situando-se a 3821 m acima do nível do mar, é o lago comercialmente navegável mais alto do mundo. Localizado no altiplano dos Andes, na fronteira do Peru e da Bolívia, tem uma profundidade média de 140 a 180 m, e uma profundidade máxima de 280 m. Mais de 25 rios desaguam no lago Titicaca, e o lago tem 41 ilhas, algumas densamente povoadas.


O Titicaca é interessante pela população vivendo nos Uros, nove ilhas artificiais. Essas ilhas tornaram-se uma grande atração turística.

O lago Titicaca é alimentado pela água das chuvas e pelo degelo das geleiras que rodeiam o altiplano. É fonte do rio Desaguadero, que corre para o sul através da Bolívia até o Lago Poopó; no entanto, este afluente é responsável por menos do que cinco por cento da perda de água, o resto ficando por conta da evaporação devida ao ventos intensos e à exposição extrema à luz do Sol nesta altitude.





A origem do nome Titicaca é desconhecida; foi traduzido como "Pedra do Puma", combinando palavras da língua local Quíchua e Aimará. Localmente, o lago é conhecido sob diversos nomes.

Como a parte sudeste do lago é separada do resto do lago pelo estreito de Tiquina, os bolivianos chamam essa pequena parte de Lago Huinaymarca e a parte maior de Lago Chucuito.






Segundo a lenda andina, foi nas águas do Titicaca que nasceu a civilização inca. O "deus Sol" instruiu seus filhos para procurarem um local ideal para seu povo. Manco Capac e Mama Ocllo chegaram, então, a uma ilha - mais tarde batizada de Isla del Sol. O local teria sido o berço dos incas, que dominaram a região entre os séculos XII e XVI, quando se deu a invasão espanhola. Diversos sítios arqueológicos podem ser visitados ao longo do Titicaca, que tem como principais habitantes os povos Uros, descendentes dos incas. Eles vivem, em geral, da pesca e da agricultura às margens do lago.

Fonte: Wikipédia

Fotos: Mario Friedlander

terça-feira, 15 de março de 2011

La Paz - Bolívia

Pedro de la Gasca, para quem o rei espanhol tinha confiado as antigas terras Inca, ordenou que o Capitão Alonso de Mendoza fundasse uma nova cidade em comemoração ao fim da guerra civil no Peru. Então a cidade de La Paz foi fundada em 20 de outubro de 1548 sob o nome de A Cidade de Nossa Senhora de La Paz. A cidade foi fundada no que hoje é Laja, na estrada Tiahuanaco. Pouco depois da fundação, La Paz mudou para a sua localização atual, no vale do Chuquiago Marka. 



Em 1549, Juan Gutierrez Paniagua foi o responsável pela concepção e planejamento urbano que projetou os locais para as áreas públicas, praças e edifícios oficiais. La Plaza de los Españoles, o que hoje constituí Plaza Murillo, foi escolhido como o local para os edifícios do Governo, bem como a catedral.




Espanha controlava La Paz com firmeza e o rei espanhol tinha a última palavra em todas as questões políticas. Em 1781, para um total de seis meses, um grupo de pessoas de Aymara sitiaram a cidade de La Paz que já não era mais pacífica. Sob a liderança de Tupac Katari, eles destruíram igrejas e propriedade do Governo. Trinta anos depois índios fizeram um cerco de dois meses em La Paz. Em 1809 a luta pela independência sob o domínio espanhol levantou-se contra as forças monarquistas.
 




Hoje, La Paz é uma cidade vibrante, crescente e em expansão em todas as direções. La Paz com sua área metropolitana tem uma população de mais de dois milhões de habitantes. La Paz é a sede oficial do governo.

Fonte: Bolivia Web
Fotos: Mario Friedlander

domingo, 13 de março de 2011

Diário de Bordo - La Paz, Bolívia - 11 de março de 2011

Passamos cinco dias em La Paz, estivemos hospedados no confortável e tranquilo Hotel Palma Real, situado no centro da cidade e fomos tratados com muito carinho por todos.

 
 La Paz

 La Paz

 La Paz

 La Paz
 
 La Paz
 
 La Paz
 
 La Paz
 
 La Paz
 
  La Paz

 Hotel Palma Real 

 Hotel Palma Real

Neste período realizamos muitos contatos com diferentes instituições e pessoas da Bolívia e ampliamos nossa rede de parceiros e admiradores do projeto.
 
Tivemos alguns pequenos problemas de saúde, relacionados principalmente a altitude e ao clima de La Paz, o que acabou diminuindo nosso ritmo de trabalho, mas conseguimos harmonizar tudo e avaliamos que nossa estadia foi muito produtiva e fundamental para a continuidade do projeto.
 

 La Paz
 La Paz

 La Paz

 La Paz

 La Paz

Fortalecemos muito nossa parceria com Giovanna Gonzales que não tem medido esforços para nos apoiar em todos os sentidos. Fomos entrevistados por dois canais de televisão boliviana, um local e outro de alcance nacional, o que deve trazer bons frutos a médio e a longo prazo.
 

 Giovana Gonzales

Estabelecemos uma nova parceria com Guilherme Medrano, diretor de fotografia e produtor de vídeos, além de professor Universitário. Se mostrou entusiasmado em participar e nos ajudar a gravar parte do projeto em vídeo utilizando o equipamento que trouxemos cedido pela Terra do Sol, nosso parceiro em Mato Grosso, o qual exige certa perícia em seu uso.Também apoiará o projeto através da edição de um vídeo, utilizando as imagens que temos produzido, para que possamos repassar as emissoras de TV um produto que amplie a divulgação do projeto.
 

Estabelecemos ainda uma parceria com o biólogo Francisco Osório que trabalha fortemente na área de conservação da biodiversidade em diversas áreas naturais protegidas na Bolívia e tem bastante experiência na região dos Yungas. Além de nos proporcionar informações muito profundas sobre as reais condições da conservação da natureza na Bolívia, Francisco fará uma descrição e caracterização das regiões a serem abrangidas pelo projeto e será nosso consultor em meio ambiente.
 

Estabelecemos uma parceria imediata com Edgar Gemio, jovem Afroboliviano de Tocanã, envolvido diretamente desde adolescente com o resgate das raízes Afro de seu povo. Edgar tem sido fundamental em nos explicar o universo Afroboliviano e seus elementos, e se porta como um líder nato, tendo clareza e articulação mental dignos de uma grande liderança no futuro próximo.
 

Edgar Gemio

Edgar, além de estudar Engenharia Comercial na Universidade em La Paz, trabalha com projetos de desenvolvimento sustentável através da Cooperação USAID e milita na ORIZABOL, uma das organizações Afrobolivianas que pretendemos atrair para ser 
parceira em nosso projeto.
 

Também fortalecemos nosso contato com a MOCUSABOL, organização cultural Afroboliviana com a qual tivemos um encontro em Oruro e dois encontros em La Paz.
 

 MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

  MOCUSABOL

Portanto, estamos com mais parceiros e muito mais informações sobre a questão Afroboliviana e isso nos permitirá partir para os Yungas ou Território Afroboliviano com mais tranquilidade e preparo para concluir nosso objetivo para esta primeira viagem de nosso projeto.

Texto e fotos: Mario Friedlander