sábado, 12 de fevereiro de 2011

2011: Ano dos Afrodescendentes (Conforme a Assembleia Geral da ONU)

A ONU lançou o Ano Internacional das pessoas de ascendência Africana no Dia dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, na sede da organização em Nova York.

O secretário-geral Ban Ki-moon, lembrou que as pessoas de ascendência Africana estão entre os mais afetados pelo racismo, mergulhadas em uma longa e terrível história de "erros fundamentais", e a negação de direitos básicos.

"A comunidade internacional tem afirmado que o comércio transatlântico de escravos foi uma tragédia terrível, não só devido à sua barbárie, mas também devido à sua magnitude, natureza organizada e negação da humanidade essencial das vítimas", disse ele.

"Mesmo hoje, os africanos e pessoas de ascendência Africana continuam a sofrer as conseqüências desses atos", acrescentou, apelando para a sua plena integração na vida social, econômica e política e em todos os níveis de tomada de decisão.
"A comunidade internacional não pode aceitar que comunidades inteiras sejam marginalizadas por causa da cor da sua pele."

A Assembleia Geral proclamou 2011 o Ano dos Povos de Descendência Africana ou Afrodescendentes, citando a necessidade de reforçar as ações nacionais e a cooperação internacional para assegurar que as pessoas de ascendência Africana possam desfrutar plenamente de direitos econômicos, culturais, sociais, civis e políticos.

A presidente do Grupo de Trabalho de Especialistas sobre as Pessoas de Origem Africana, Mirjana Najcevska, disse que o Ano Internacional deve ser utilizada para reconhecer o papel das pessoas de ascendência Africana no desenvolvimento global e abordar a questão da justiça por atos passados e atuais de discriminação . "Precisamos falar sobre o passado e a presente hierarquia racial que existe na sociedade e encorajar os países a se envolverem no desenvolvimento através de ações positivas que assegurem a igualdade para pessoas de ascendência Africana", disse ela.

O evento também foi dirigida pelo Secretário-Geral Adjunto para os Direitos Humanos, Ivan Simonovic, que disse que o Ano Internacional oferece uma oportunidade única para redobrar os esforços para combater o racismo, a discriminação racial,  a xenofobia e a intolerância correlata que afetam os Afrodescendentes em todas as partes o mundo.

A coligação de organizações da sociedade civil criada para promover o Ano realizará memoriais, seminários, eventos culturais e outras atividades de sensibilização sobre a contribuição dos descendentes da África para o património mundial, reconhecendo os obstáculos que ainda precisam ser superadas.


Mario Friedlander, fotógrafo que ilustra com belas e expressivas imagens, vive em Mato Grosso desde o início da década de 1980.



Dedicou-se a conhecer e documentar a natureza e seus elementos, as populações e seus costumes, e assim reuniu um acervo precioso com muitas imagens dos modos de vida da gente mato-grossense, patrimônio material e imaterial em diversos tons.

Através de suas imagens, mostra fragmentos do patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso, sua gente e suas crenças, as manifestações culturais e artes de fazer diversas em Cuiabá, Poconé, Livramento, Chapada dos Guimarães, Vila Bela e tantos outros lugares de Mato Grosso como o Parque do Xingu e aldeias do povo Bororo.



Nos últimos anos tem se dedicado aos Quilombolas de Mato Grosso e região da Fronteira com a Bolívia, onde desenvolveu e participou registrando muitos projetos culturais e científicos, principalmente expedições e levantamentos.

Realizou o primeiro trabalho sobre o Patrimônio Imaterial em Mato Grosso para o IPHAN (2001) descrevendo a Celebração da Festança de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Desenvolve ainda trabalhos em documentação através de vídeo digital tendo cerca de 200 horas de acervo gravado sobre diversas manifestações culturais em muitas regiões de Mato Grosso. Durante quase duas décadas participou ativamente do Movimento Ambientalista Mato-Grossense, e ainda hoje mantém uma Reserva de Floresta Particular no Vale do Alto Jamacá em Chapada de Guimarães onde desenvolve ações em Ecoturismo através do "Quilombo do Alemão".



Pode-se dizer que Mario Friedlander é especializado em documentações de Natureza, Arte Rupestre, Arqueologia, Espeleologia e Povos Tradicionais.


Mario Friedlander é fotógrafo profissional autônomo e vive de sua arte desde 1985, realiza produções e fornece fotos através de seu Banco de Imagens "Mario Friedlander Imagens".
Stilo Livre - Eco Expedições


Guia de Ecoturismo no estado de Mato Grosso com conhecimento nos três ecossistemas: Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal.



Consultor para o desenvolvimento de atrativos turísticos.


Vive em Mato Grosso há cerca de 30 anos tendo participado de diversas expedições e viagens por todo o estado e países vizinhos. Também atua como produtor cultural, sendo proponente de vários projetos sobre o patrimônio histórico e cultural de Mato Grosso. Vive em Chapada dos Guimarães na região do Alto Jamacá.



Contato: (65) 9983 3328

Nome: Luis Carlos Rojas Espinoza.
Pseudônimo: Luca Spinoza


Músico e escritor chileno que no âmbito dos textos colabora com sites, revistas e jornais de vários paises, como Chile, Bolívia, Uruguay, EEUU, Brasil, Espanha, México etc. Escreve sobre turismo, turismo aventura, ecoturismo, gastronomia, música, arqueologia e cultura em geral. Quer captar os assuntos mais interessantes, os detalhes e sutilezas dos lugares por onde anda, com a intenção de mergulhar um poco mais do normal em cada tema que pesquisa. Viaja por diferentes países escrevendo sobre lugares pitorescos e exóticos, seus segredos e suas histórias.